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Biltong “Very Lekker”

Se você já teve a oportunidade de passar algum tempo na África do Sul (e não for vegetariano), deve ter provado o mais delicioso snack de lá. Biltong é uma espécie de carne crua seca, dura, salgada, apimentada e regada de um mix de temperos bem marcantes. Parece com Jerky Beef, a única diferença é que ela é seca e não defumada. Mas o mais legal é que além da carne normal você encontra biltongs de carne de caça como: kudus, impalas, avestruz… Provei todos e ainda trouxe algum que comprei no duty free para matar a saudades. Lá se foi meu último biltong. Very Lekker!

Proudly South African
4 comments 31/10/2007
Souvenir from South Africa
Ndebele dolls (Bonecas do Povo Ndebele).

Essas bonequinhas são a cara do povo Ndebele. A característica principal dessa tribo, que ainda preserva sua língua e cultura, é o artesanato e são chamados de “povo artista” por fazerem colares e ornamentos coloridíssimos de miçangas. As mulheres usam argolas pesadas no pescoço, pernas e braços (depois que casam) para não fugirem de seus maridos e não olharem para os lados. Estão sempre com um cobertor amarrado nas costas.

Estas bonecas comprei na visita à tribo Ndebele em Lesedi. Ótimas recordações.
1 comment 23/09/2007
Dossiê Viagem…
Tenho recebido muitos e-mails solicitando nome da empresa, operadora, agência… Enfim, resolvi colocar o dossiê da viagem ao final dela… Nada mais justo, afinal é sempre no término de uma viagem que a gente está com todas as experiências e dicas suficientes para distribuir e quem sabe ajudar alguém que não sabe por onde começar… Ai vai com seus respectivos links…
Agência de Turismo (Curitiba-PR): Schultz World Tour Operator
Operadora de Turismo: Designer Tours
18| Jun| 2007 : São Paulo > Johannesburg
Hotel: D’Oreale Grande – Emperors Palace
19| Jun| 2007 : Johannersburg > Mauritius
Hotel: Beau Rivage – Naiade Resorts
Operadora dos Passeios (local): Solis Indian Ocean
Operadora de Mergulho (local): Sea Fan Diving Centre
26| Jun| 2007: Mauritius > Cape Town
Hotel: Table Bay Hotel – Sun International
Linha Turismo (local): City Sightseeing Cape Town – Hylton Ross
Operadora dos passeios (local): African Eagle Tours
29| Jun| 2007: Cape Town > Hoedspruit (Kruger Park)
Hotel & Safari: Kapama Main Lodge
01| Jul| 2007: Hoedspruit > Johannesburg
Hotel: D’Oreale Grande – Emperors Palace
Operadora dos passeios (local): Pretvan Tours
05| Jul| 2007: Johannesburg > São Paulo
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Johannesburg | Last stop…

A pergunta foi unânime: Vão fazer o quê em Jo’Burg todo esse tempo? Quem sabe a resposta seja só uma: O que ninguém faz quando vai pra lá… Ok, há controvérsias, mas a nossa decisão de estender o tempo em Johannesburg foi perfeita. Como não conseguimos aumentar os dias em Cape Town, resolvemos emendar 3 no final do roteiro e o que seria apenas uma conexão virou uma experiência inesquecível e muito proveitosa. Essa esticadinha foi ideal para fazer tudo o que queríamos: Conhecer Soweto (maior núcleo urbano negro do país), ir ao Lion Park, experimentar a aldeia cultural de Lesedi e claro não podia perder de ir ao maior shopping da África do Sul o Sandton City Mall e Mandela’s Square.
Ficamos no mesmo hotel que havíamos nos hospedado no início da viagem (1º post): D’Oreale Grande, e lá conseguimos no concierge uma van (Pretvan Tours) que fazia o passeio para Soweto. Como sabíamos que o bairro é muito perigoso, o transporte público não existe e o alternativo é precário (além de não recomendável), preferimos fazer um tour organizado com mais segurança e pessoas. Tivemos muita sorte, que como é baixa temporada a van estava por nossa conta! O motorista, um senhor muito simpático e experiente, Danie, virou nosso amigo e chofer nos dias subseqüentes. Tudo que queríamos fazer ele nos atendeu, inclusive a ida ao shopping, pois ofereceu o mesmo preço que o táxi nos cobraria. Um anjo!
Enfim, no primeiro dia fomos ao centro da cidade no edifício mais alto (50 pisos) da cidade. No último andar tem um observatório chamado “Top of Africa” que dá para ter uma idéia da dimensão da cidade. Já foi o tempo onde o centro de Jo’burg ainda funcionava comercialmente, devido as constantes guerrilhas que ocorreram no local as empresas foram obrigadas a fugirem de lá indo em sua maioria à Sandton ou arredores. É definitivamente um centro fantasma!!! Todos os prédios sem exceção estão abandonados. Quem visita a África consegue ver que o país ainda enfrenta muitos problemas sociais e econômicos, em especial entre negros e brancos…
A tarde fomos à Soweto e conhecemos: a ex-casa de Nelson Mandela chamada de “Mandela Museum”, a casa da ex-esposa Evelyn (passamos na frente), o museu do Apharteid chamado “Hector Pieterson Museum”, a igreja “Regina Mundi Church”, a história, cultura local e claro a pobreza também. Digamos que Soweto seja uma cidade-satélite muito grande e muito pobre onde definitivamente brancos não são bem vindos. Mas claro, indo com quem entende do assunto é bem tranqüilo.

Vista do “Top of Africa”

Soweto…


Hector Pieterson Museum…

Nossa segunda opção de passeio foi bem legal e bem diferente. No segundo dia fomos ao Lion Park, que é um pequeno parque perto da cidade onde dá pra fazer mini safáris e conhecer algumas espécies de leões. Não quis perder a única chance de chegar perto dos filhotinhos, que por sinal são muito fofos. Foi lá que consegui também boas fotos dos bichanos adultos. Bichos abusados… Estão tão acostumados com o movimento que chegam a se esfregar no carro para se coçar! Mas não são domesticados não… Então não coloque o braço pra fora do carro nem pensar!

Simpática Girafa…

Pouca gente lembra que elas tem chifres!!!

Momento gosmento…eca…mas foi legal!!

Intrusa no ninho…

Eu afofando o leãzinho…

Nem o Bibo resistiu aos encantos.




Instinto materno.


Depois seguimos para Lesedi Cultural Experience. Situada a mais ou menos 45 minutos de Johannesburg, a aldeia reúne no mesmo espaço 5 tribos sul-africanas: Zulu, Ndebele, Basotho, Pedi e Xhosa. Cada uma delas tem uma cultura distinta e as diferenças são mostradas aos turistas numa espécie de museu aberto. Participamos do ritual indígena com danças e batuques das diferentes tribos e conhecemos as habitações típicas das aldeias. Depois de tudo isso, um super almoço exótico africano e claro, uma dose de Amarula para finalizar. Ops, não posso esquecer de falar do artesanato que é muito rico, e claro, não resisti aos encantos…

Esse é o chefe da tribo.

Artesanato…humm…


Velho provérbio africano: A man without culture is like a zebra without stripes.
“Um homem sem cultura é como uma zebra sem listras”.

Detalhe da foto: Alguém viu a criança atrás dela? Acho que eu vi uma mãozinha…

Hehehe, Bibo metido…tomando cerveja feita pela tribo…




No terceiro dia em Jo’burg fomos ás compras. Danie nos levou primeiro em um mercado local chamado “Bruma Lake Market World”, sua especialidade é o artesanato local (e tranqueiras de camelô também) e ali sim a pechincha corre solta. A mercadoria acaba saindo até metade do preço mais barata do que no comércio turístico, aproveitamos e compramos alguns souvenirs. Depois fomos ao Sandton City Mall, perdição para qualquer compradora compulsiva, ainda bem que não me enquadro nesta categoria, mas o shopping vale muito a pena mesmo!!

Depois de um dia todo de compras e passeios (ou inverso) voltamos ao Hotel e à noite ainda assistimos um caberé no cassino que foi muito legal. Denovo à difícil missão de arrumar as malas (em especial quando se está retornando de viagem) e no outro dia pegamos o vôo cedo rumo à São Paulo. Acaba aqui nossa viagem de lua-de-mel e aventura à África do Sul. A vontade de voltar sempre vai existir! É muito difícil não se apaixonar por lá… Mas quem sabe um dia… Tudo é possível nesta vida, e o que não é a gente corre atrás.
6 comments 09/09/2007
Safari(s) – Kruger Park
Saímos cedo de Cape Town com destino à Jo’Burg again…lá pegamos um avião menor (South African Express) para Hoedspruit. A viagem leva em torno de uma hora e logo a paisagem (que se vê lá de cima) começa a mudar, no inverno a cor do parque fica amarelada e simplesmente linda. O aeroporto em Hoedspruit é pequeno e todo cercado para evitar que os animais entrem, mesmo assim, quando pousamos conseguimos ver um springbok saltitando na lateral da pista. Um pequeno imprevisto ao pegar a bagagem, uma de nossas malas não chegou e perdemos um tempão para tentar resolver a situação. Naquele momento era melhor não estressar para não estragar o passeio e segundo eles, no outro dia quando a mala chegasse entregariam para a gente no Lodge. Nosso transfer nos levou para a reserva e a primeira surpresa: o carro que veio nos buscar já era o jeep do safari! Saindo do aeroporto, cruzamos uma estrada e entramos nos portões da reserva privada. Dalí são 21 km até chegar ao Kapama Lodge e pelo caminho já avistamos zebras, girafas, kudus, impalas e macacos.
Chegamos ao Lodge e às 13h começava o nosso primeiro safari, deu tempo apenas de deixar as malas no quarto, dar uma olhada rápida no hotel, tomar o café que eles preparam (para engordar os turistas) e ir para o carro. Todos os safaris dentro da reserva são feitos em jeeps abertos 4×4, especialmente modificados para a aventura. Os bancos têm níveis diferentes e todo mundo fica muito confortável além de ter uma visão privilegiada, sem cabeções na frente para poder tirar boas fotos. Nosso rastreador shangaan, Johnson, era muito bom e “a” ranger uma simpatia em pessoa. Demos sorte, pois o pessoal que foi junto no passeio eram bem bacanas e nosso safári já começou perfeito. Ainda durante o dia, vimos elefantes, búfalos, sem falar nos kudus, impalas e springboks, que estes estão por toda a parte. No inverno a vegetação está bem seca e os arbustos não são tão volumosos, o que facilita para encontrar os animais. Nesta época, os elefantes derrubam as árvores para se alimentarem das raízes que é bem nutritiva, pois as folhas estão muito secas. Presenciamos algumas cenas dessas e achamos o máximo. Uma facilidade imensa ao derrubar árvores e arbustos…easy, easy!
Logo ficou escuro e é impressionante como a temperatura cai junto com o sol. A média nesta época do ano é 20ºC durante o dia e pode baixar até 0ºC durante a noite. Sentimos isso na pele, foi muito frio… mas compensa ao avistar os bichinhos. No escuro o guia, fica apenas com um spotlight e ao percorrer a selva, vamos achando os animais pela cor brilhante que reflete dos olhos. Foi assim com o leão. Grande, muito grande e paramos do ladinho…muito perto mesmo do bicho. É um momento digamos excitante, arrepiante e angustiante, estar cara a cara com um dos BIG 5. E não é por que é grande não, eles são chamados assim por serem os mais perigosos da África. Voltando ao leão…silêncio, ninguém se mexe e nem fala nada. Olha, não tenho palavras e o rugido então, dizem que consegue-se ouvir até 6km de distância. Arrepiou!!! Valeu nosso safari. Voltamos ao hotel, mais tarde comemos em belo estilo boma com um bom vinho africano. Na primeira noite não dormi praticamente nada, tinha um leão que ficou rugindo a noite inteira…e parecia tão perto…fora os outros bichinhos que pareciam estar na porta, faziam barulhos estranhos…não quis identificar o que era, mas a sensação é bem estranha…talvez isso faça o lugar mais alucinante ainda.

Bibo e eu, a caminho do lodge.

Este é o Freedom. Gente boníssima.

Kudu…COMI em forma de Billtongs, muito bom! Lembrei da Silvinha nesta hora… Ai pecado!

Nialas…

Impalas…

Zebras…burrinhos de pijamas. Bem bonitinhos.


Saindo do hotel para o 1º Safari…

O rastreador shangaan fica lá na frente…”a” ranger é quem dirige e sempre estão armados…

Baby elefante…muito fofo.


Aqui dá pra ter noção de quão perto a gente chega dos animais…

Hahaha…E você achava aquela foto perto? Suava frio nesta hora…Se o Johnson não se mexer, tá tudo ok galera…relaxe!


O Bibo dando uma de Johnson…

Eu também, claro, não podia perder a oportunidade. Este é uma dos poucos lugares que dá pra sair do carro. Pausa para o sundowner caffee…ok, de novo tentando engordar os turista. Até no safari!! Pode?

Dois detalhes muito importantes na foto: 1º claro, a boa companheira cervejinha…
2º detalhe, manada de búffalos(atrás) bebendo água no lago…ou seria cerveja???

A ranger, simpatia em pessoa e Johnson, rastreador shangaan, ele que fareja e procura pegadinhas de animais pelo caminho. Uns fofos.

O encontro com O LEÃO….

Parece inofensivo.

Mas não é não…ai…medo!

Aposto que foi ele que não me deixou dormir…
Nosso hotel era muito legal, bem estruturado e lindo, fica do lado de um lago e se você tiver sorte pode avistar alguns bichinhos bebendo água. Dentro da reserva privada tem três complexos do grupo: O Kapama Main Lodge (o nosso), O Kapama River Lodge e o Kapama Buffalo Camp (tendas). O nosso era o mais luxuoso deles, mas todos eles são bem estruturados e tem horário pra tudo: horário de safari, de café, de descansar, de almoço…e assim por diante. Na real você está lá por um único motivo que é o SAFARI então tudo gira em torno disso…entrando no ritmo você nem reclama quando fica sabendo que o próximo safari é 5h30 da manhã…ai, ai… Acordamos, fizemos um desjejum rápido, e fomos para o jeep. Esta hora da manhã é muito frio e tem uma neblina tão densa que chega a molhar a roupa e capuz. Mas como o Kapama é super 10 e pensa em tudo, tinha cobertinha e bolsa de água quente no jeep para se esquentar. Que chique! Neste segundo safari vimos búffalos (de pertinho), rinocerontes, girafas, javalis, macacos e leão (agora de dia). Depois do safari, almoço, descanso, comida e safari de novo (15h) e mais bichinhos…o jantar foi em estilo BOMA, muito legal, é uma tradição africana, o local é de areia, cercado por troncos de árvores, uma fogueira acesa no meio e um belíssimo buffet com algumas variedades de pratos africanos e carnes de caça (provei todas e trouxe alguns billtongs bits na mala). No outro dia um último safari pela manhã e depois tchau, tchau…Next stop: Johannesburg.

Búfalo, logo cedo…com muita neblina.

Kudu.

Javalis.


Girafas.

Rinos.

Para provar que eu estava lá…


A maioria dos lagos nesta época do ano estão secos, mas este ai tava bem cheinho até…e é aqui, nesses poucos lugares que os animais bebem água…



Alsguns primatas…

Não gostava quando ele me olhava assim…


Não é muito confiável dar as costas para um leão…ok, mas este momento valia uma foto.

A turma reunida.

Confirmando minha teoria da engorda, agora é uma paradinha para café da manhã…sei…ahã.

Paisagens estonteantes.

Voltando do safari da manhã.

Dentro do lobby do Kapama.

Note que em geral os decks do hotel são elevados do chão…segundo o pessoal, o hotel é cercado, seguro e pode-se caminhar livremente por toda área. Não achei as cercas, mas sim um Kudu e uma Niala passeando pelo Lodge!! Como isso aconteceu? Não sei, mas mereceu uma foto. De qualquer maneira, dava uma olhadinha básica e estratégica antes de sair do quarto e claro pedia para o Bibo ir primeiro…eu ein, para comida de leão eu não sirvo!

Se ele entrou, imagina um gatinho…

Bom, em todos os casos, melhor carregar a arma antes do próximo safari. Essa mata elefante!

Bicho esperto, fica só esperando…

Mas um momento de nostalgia…


Pra provar de novo…nós estávamos lá!!!

Cruzamos por uma manada de elfantes, eram 11 no total. Foi muito legal, o carro ficou cercado.



Os bichinhos (fofos) indo embora…ao pôr do sol.

Momento de descontração…até que o Johnson aprendeu direitinho o jeitinho brasileiro…hehehe

Boma – Nosso jantar estilo africano.

Turma reunida: Armstrong (California), Bibo, eu, Ranger(até agora não aprendi o nome dela, é Africano e dificílimo), Carls & Karin (Pretoria-Africa) e Beth (California).


Foram 4 safaris ao total. É uma peninha ter que ir embora…


No aeroporto de Hoedspruit.

Nosso avião.
14 comments 19/08/2007
The Peninsula and Cape of Good Hope

Segundo dia em Cape Town e temos um full day tour bem organizado para o mesmo. Informamos-nos no dia anterior no Concierge do hotel sobre alguns passeios que incluíssem a Ilha das Focas, Cape Point e a Colônia de Pingüins Africanos…bingo…bookamos (adoro essa palavra que adaptei) com a operadora “African Eagle“. Nosso tour saiu às 8h30 da manhã começando por Clifton e Camps Bay: parada básica para fotos com “The Twelve Apostles” como cenário. Estávamos super empolgados, principalmente depois de descobrir que dois dos nossos companheiros (que estavam na van) eram ARGENTINOS… Nada contra, mas foi uma coincidência bem divertida para a ocasião.

Vista do hotel pela manhã.

The Twelves Apostles
Próximo ponto na costa atlântica, Hout Bay, ali você pode fazer o passeio para “Seal Island” ou Ilha das Focas, e claro, como já estávamos no meio do mapa, porque não? Pegamos o barco Drumbeat Charters e fomos até a ilha. O passeio é bem curtinho, ida e volta leva em torno de 45 min (no máximo) e digamos uma experiência diferente, é legal ver todos aqueles bichinhos fofos amontoados tomando banho de sol em cima de uma pequena ilha… Fomos os únicos da van que fizemos o passeio, mas não podíamos perder a oportunidade.

Vendedor ambulante e doidão de Hout Bay.

A caminho da ilha…

Quiz: Quantas focas espremidas tomando sol?

Muito fofos…


De Hout Bay direto para o Chapman’s Peak Drive, essa rota é de um cenário magnífico, vale muito a pena. A estrada é ótima, a visão estonteante e fotos perfeitas. A maioria dos passeios turísticos locais inclui este ponto, mas se você optar por ir sozinho, não deixe de passar por lá. Quase no Cape Point fizemos uma parada em uma fazenda de Avestruzes (famosos Ostrichs), o Bibo quase perdeu o dedo…

Vista do caminho…Chapman’s Peak Drive.

Este lugar é fenomenal, vale a pena!


Ostrich farm… Nesta hora que o Bibo perdeu o dedo…

Foi hard…tadinho!

Finalmente: Cape of Good Hope Nature Reserve. Entrando no portão da reserva avistamos alguns bichinhos: Zebras, Baboons e Springboks. Depois chegamos ao mais famoso cartão postal da região. Cabo da Boa Esperança (Cape of Good Hope), isto claro se o mar estiver em seu estado normal, pois ao contrário pode chamá-lo de Cabo das Tormentas. Mais uma vez tivemos sorte, o dia estava lindo. Fomos ao Cape Point onde almoçamos (Two Oceans Restaurant) e resolvemos subir (depois da refeição) todas as escadas que vão ao velho farol. Não aconselho, se almoçar, pegue o funicular, pois é muito mais fácil… Mas não deixe de subir… Lembre-se você já está lá no meio do mapa, e bem no ponto mais sudoeste da África.


Baboons…

Deu Zebra! Adoro esta foto…com o mar e navio atrás!

Finalmente o momento mais esperado: Cabo da Boa Esperança.
Esta é a única foto que publicarei, mas tenho várias delas.


Comendo no “Two Oceans”.

A subida ao farol (detalhe: depois do almoço).



Hora de voltar pela costa índica, passamos por False Bay e chegamos à Boulders Beach in Simon’s Town. Nem vou falar que os pingüins são uns fofos, todos desengonçados e graciosos. Lindos… Calma Bibo, tô falando dos pingüins… hehehe. Quero um!

Bouders Beach…Pingüins, que emoção! hehehe.



Muito lindinhos.

Sem perder o rebolado.

Traria tranquilo na mala.
Na volta, em Constantia, último stop no Kirstenbosch Botanical Gardens. Nessas alturas já estávamos bem cansados e com muito frio. Conhecemos o jardim e voltamos ao hotel. Uma última volta no Waterfront para comprar alguns souvenirs e comer mais uma lagosta para continuar sendo chique.



Foto do Lobby do Hotel.
É, acabaram nossos 2 dias em Cape Town. Fica a saudades e muita, mas muita vontade de voltar… Next Stop… Hodspruit: SAFARI.
6 comments 05/08/2007
Cape Town (Cidade do Cabo)
De Mauritius diretamente à Cape Town, considere a conexão em Johannesburg, é obrigatório passar pela imigrição, e esta só é feita ali. Mais ou menos 2h de viagem (from JoBurg) à Cidade do Cabo. Um dos momentos mais esperados da viagem, dizem que Cape Town é uma das 5 cidades mais bonitas do mundo, e claro, posso afirmar, é linda mesmo! A Table Mountain, o Atlântico e o Índico, o colorido, o povo hospitaleiro… Isso tudo faz de Cape uma das cidades mais bonitas do mundo? Não, não acho que seja só por isso! Eles são organizados, preocupados com o turismo e estruturados para ele! Opa, agora sim estamos falando de uma cidade bonita e que sabe explorar o turismo! Tudo muito limpo, civilizado, organizado, sinalizado… muito show! Nosso hotel é outro espetáculo a parte, Table Bay Hotel - 5* superior, um luxo só e o café da manhã? Sabe qual a sensação de tomar café vendo as focas brincarem na água do Watefront? Só indo para Cape. Ok, e se for, dica: reserve mais do que apenas dois dias. A maioria dos pacotes vendidos no Brasil fazem da Cidade do Cabo um ponto de visita rápido antes de ir para o safari, que em geral é o principal atrativo na Africa. Mas 2 dias é definitivamente muito pouco para todas as opções que a cidade oferece: Table Mountain, Museus, Bares e Restaurantes, Cape Peninsula, Boulders, Kalk Bay, Chapman’s Peak Drive, Camps Bay, Robben Island, Two Ocean Aquarium, V&A Waterfront, Long Street…hum, isso foi o que consegui me lembrar no momento, sem falar na Rota Jardim (Gardem Route), Seal Island, Gansbaai (shark-cage diving), Kirstenbosch Botanical Gardens…o e Bungee mais alto do mundo (216m). Infelizmente não tivemos tempo para fazer tudo que queríamos, mas conseguimos montar um roteiro bem legal para dois dias, e claro, deixamos alguns atrativos bem, digamos, “exóticos” de lado, como mergulhar com o tubas brancos e o bungee…quem sabe numa próxima (o Bibo até agora não se conforma).
No primeiro dia, depois daquele café da manhã caprichado, saímos para fazer a primeira inspeção local. Trocamos dinheiro no Waterfront e nos informamos sobre a linha turismo local. Esta é uma opção bem legal para fazer: HopOn-HopOff – City Sightseeing Cape Town, um ônibus com o teto aberto e guia por apenas R100 (red route), ele vai parando em todos os pontos turísticos da cidade, e você pode saltar e voltar a hora que quiser, contanto que não se perca no itinerário. O ponto de partida é em frente ao Aquarium, onde começamos o nosso passeio: passamos pela Clock Tower, Convetion Centre, Gold Museum, Jewel Africa e finalmente Table Mountain, que era o nosso objetivo nesta manhã…Como vocês podem notar, estava muito, mas muito frio, e mesmo assim preferimos ficar na parte externa do ônibus…ô coragem.
Chegando à Table Mountain e o primeiro suspiro, o bondinho é muito grande e o mais legal, ele gira todo o percurso de subida e descida, assim todas as pessoas conseguem ter uma visão privilegiada… e a vista da Table Mountain é simplesmente AMAZING. Dalí você consegue ver toda a cidade e o mar. Demos muita sorte, os dois dias anteriores à nossa chegada a cidade estava sobre uma tempestade animal. Segundo o Guia local, o bondinho não pôde operar nestes dias por causa do vento. Ótimo, tudo conspira a favor…e o dia estava lindo, frio, mas lindo.

O guia do Ônibus…

Long Street…Downtown.

Um pedaço do “Castle of Good Hope” e um pedaço da Table Mountain.

O outro pedaço…

Esse era o banco exclusivo para negros antes do Apharteid.



Bondinho da Table Mountain.

Lá em cima…








Hora de descer…and…
Hop on the bus again…próxima parada Camps Bay, aproveitamos para almoçar. A praia mais chique de Cape Town. Tem muitos restaurantes, bares e no verão este é o lugar mais badalado da cidade, dizem que o congestionamento para chegar aqui é muito HARD.


A Castle Beer para relaxar…



Atrás do Bibo, os 12 apóstolos…nada comparado aos da Australia…mas é bonito também…

Saindo de Camps Bay, uma passadinha por Clifton…
De volta ao V&A Waterfront, fomos visitar o “Two Oceans Aquarium” como todo bom turista, pois este aquário é uma das principais atrações da cidade. Privilegiado pela posição, o aquário mostra a diversidade marinha dos dois oceanos: o Índico e o Atlântico. Nos impressionamos mesmo foi com o tamanho das lagostas, dos caranguejos e claro dos Kelps…uma alga que é gigante (atinge até 50m de altura) e tem por toda Cape. Se quiser, neste lugar pode-se mergulhar no tanque dos predadores, com os simpáticos tubarões…sem graça, pulamos esta parte…

Muitos Nemos…adoro esses palhaços…

Peixe-Leão (ou peixe-escorpião), lindo e tão venenoso…

Comi…hehehe…e tava bom…

Ops…beijinho na moréia…


Essas algas são gigantes…Kelps Forests

Nesta foto o tuba já tinha passado…

Já anoitecendo e uma paradinha para o momento Kodak…

V&A Waterfront
22 comments 31/07/2007



