Posts filed under 'Flórida'

Key Lime Pie: torta de limão americana!

Essa é a sobremesa oficial de Key West. Ir para o sul da Flórida e não provar Key Lime Pie (torta de limão), é como ir a Morretes e não comer Barreado! Qualquer restaurante nos Caios, especialmente em Key West, servem esta torta maravilhosa. Alguns da maneira tradicional, outros em variações meio bizarras, mas existem também casas especializadas para a sobremesa, e fazem o maior sucesso por lá.

Ela é muito semelhante com a torta de limão brasileira, mas a diferença está nos limões! A original torta KLP é feita com o Key Lime (limão cultivado nos Keys). Ele é parecido com o nosso “limão tahiti”, porém é menor que uma bola de golf, com casca mais amarelada e possui sementes. Provavelmente este limão tenha a mesma origem do Tahiti e depois de plantados em solo americano sofreu as adaptações necessárias para se naturalizar por lá… Daí o nome KLP. O restante dos ingredientes da torta vocês já devem imaginar: base de biscoito, muito leite condensado, suco de “Key” limão e aquela cobertura de chantilly ou merengue douradinho por cima, humm…

Alguns lugares famosos por suas tortas em Key West:
- Blond Giraffe Key Lime Pie Factory
- Kermit’s – Key Lime Pie Shoppe
- Mattheessen’s

11 comments 08/06/2008

Vizcaya: Museu e Jardins

A mansão Vizcaya é considerada uma das melhores atrações para turistas e visitantes que vão à Miami. Ela foi construída para ser residência de inverno do magnata industrial James Deering que a utilizou de 1916 até a sua morte em 1925.

A decoração é simplesmente extraordinária: Deering fez questão de fazer Vizcaya de acordo com o estilo das mansões européias que ele havia visitado posteriormente. A missão dos arquitetos por ele contratados era de fazer com que a residência parecesse que havia sido habitada por uma família há 400 anos. A mobília e todas as outras peças decorativas foram trazidas da Europa especialmente por Deering. A residência é luxuosíssima e disponibilizava de todas as modernidades possíveis para o começo do século XX, como aquecedores, elevadores e outras facilidades.

Depois da morte de Deering, a mansão ficou jogada às traças e um furacão fez um estrago imenso um ano depois. Em 1952 o Condado de Miami-Dade comprou Vizcaya, restaurou e transformou-a em um belíssimo museu que funciona até hoje.

A visita é fantástica, o museu (apesar do desgaste do tempo e maresia do local) continua sendo bem cuidado e o jardim simplesmente magnífico. Um dos mais belos e grandiosos que eu já vi até hoje. Recomendo!

Guia locais oferecidos gratuitamente a cada 15-30 minutos. 

Horário de Funcionamento:
Das 9:30 – 16:30. Abre todos os dias com exceção do Natal.

Valores:
Adultos $12
Residentes em Miami (com ID) $9
Crianças de 6-12 anos $5
Crianças com menos de 5 anos Gratuito
Idosos com 62 anos ou mais (com ID) $9
Estudantes (com ID) $9
Cadeirantes $9

Endereço:
3251 South Miami Avenue, Miami (ao norte de Coconut Grove).
Tem estacionamento próprio (gratuito).

Mais Informações e Fotos Internas (pois não é permitido tirar fotinhas dentro do recinto):
http://www.vizcayamuseum.org


Deering queria muito que os arquitetos deixassem certas partes do jardim com um clima Veneziano, tudo inspirado ao modelo Europeu…


Até ela faz parte do museu… ou será do jardim?


Foto no labirinto do jardim…


Hehehe, desculpe, não resisti… Mais uma clássica mãonabunda!

9 comments 23/05/2008

Fort Lauderdale: A Veneza Americana

Depois de 3 dias passando frio nos caios, resolvemos mudar nosso itinerário e voltar para Miami 1 dia antes do planejado. Já estava no programa conhecer Fort Lauderdale, mas não imaginávamos que estaria tão frio a ponto de sair correndo dos Keys e trocar 1 dia de atividades sub & aquáticas por outro sem elas (isso não aconteceria se não fosse o bendito tempo). Então acabamos antecipando a nossa visita a esta cidade simpática.

Fort Lauderdale, fica aproximadamente 30 minutos de carro de Miami, e é facílimo chegar lá se você está motorizado: basta pegar a US1 sentido norte e ir embora até o cruzamento que logo indica o caminho certo. Uma coisa que você não precisa se preocupar nos States é sua localização. Por lá todas as ruas são muito bem sinalizadas e é difícil se perder, mas também a hora que você se perde, deusolivre, vai ter que dar uma volta gigante até pegar o caminho correto de volta… Enfim, ainda bem que não foi o nosso caso, e chegamos lá certinho e sem rodeios.

A cidade é uma graça e ficou conhecida como a “Veneza Americana” por causa da grande quantidade de canais, rios e braços do mar que simplesmente invadem o local. Isso dá um charme muito especial e a paisagem fica “luxuosa” recheada de mansões chiquérrimas, barcos e iates espalhados por toda a parte. Já pensou ter uma mansão e um iate ancorado literalmente no quintal de sua casa? Luxo ein?

Mas, se você NÃO tem mansão, NEM iate e é um simples TURISTA (como eu), vai uma dica: existe muitos barcos que oferecem passeio/excursões pelos canais para ver o jardins dos ricos e extravagantes. O Jungle Queen é o mais famoso deles que faz o passeio pela Intercostal Waterway e New River. Você também pode pegar o Water Taxi, uma espécie de barco-taxi, que custa U$ 5 e deixa o visitante em qualquer shopping, restaurante, clube ou resort que existe a beira mar/rio.

Mas um lugar irresistível, que você vai gostar de conhecer é o Riverwalk. Um calçadão de aprox. 1,5 km de extensão que costeia o New River. Ali estão os melhores pontos de entretenimento e culturais de Fort Lauderdale. Desde restaurantes e barzinhos à Museus de Artes e exibições temporárias. É de costume ver pessoas andando de bicicleta ou passeando com seus cachorros pelo calçadão, que é belíssimo por sinal. Um bom lugar para refeições é o “Briny Irish Bar & Restaurant”, muito bacana, bem diferente e digamos uma bagunça! Uma combinação de comida irlandesa com apetrechos do mar… vendo as fotos você vai entender do que eu falo, mas é difícil entender o local! Observe apenas que a maioria dos atendentes são brasileiros, então cuidado ao falar alto… as paredes têm ouvidos e entendem português!


Riverwalk- New River


Bibo e eu à beira do canal.


Esses iates estão espalhados por toda a parte…


Shopping no Riverwalk


Briny Irish Pub – Riverwalk… dá uma olhada na decoração louca do lugar…


Nessa hora que o maridex quase perdeu a cabeça no Briny! Tadinho…

Bem pertinho do Riverwalk está Las Olas Boulevard. Uma compilação de elegantes butiques, galerias de arte e alguns dos melhores restaurantes da cidade. Esta é considerada uma das ruas mais chique da Florida. A Beach Place, ali perto também, oferece outro cenário festivo para compras à beira mar.


Las Olas Boulevard


Chesse Cake Factory na Las Olas, bem famoso na Flórida por seus doces.


Só pra deixar vocês com vontade… Parecem tortas deliciosas.

A região da praia, principalmente a parte que fica próxima ao Las Olas, tem calçadas largas, muitas palmeiras, gente bonita e um estilo arquitetônico muito agradável. Típica paisagem americana. Para os amantes do mergulho, Fort Lauderdale oferece muitas opções também. Nos próprios hotéis você pode organizar seu scuba, mas como não tivemos sorte com o tempo essa parte não poderá ser detalhada.

Se você está visitando Miami, não deixe de conhecer Fort Lauderdale. Lembre-se é bem pertinho do Sawgrass… Vale a pena!


Mapa de Fort Lauderdale

Mapa do Riverwalk

13 comments 17/05/2008

Descobrindo os Keys: 2ª parte – Key West

A minha lembrança de Key West sempre foi de um lugar calmo, todo bonitinho, com muitas casas e lojinhas pré-fabricadas, com cercas brancas, como aquelas que a gente vê nos filmes e nem acredita que são de verdade! Quando voltei lá esse ano, minhas recordações vieram à tona e o que eu encontrei em Key West foram exatamente as mesmas casinhas (algumas prestes a cair aos pedaços, claro), e por incrível que pareça, estavam no mesmo lugar que as da minha memória de elefante!

Key West mantém uma simpatia inigualável, estilo “bicho-grilo” que felizmente o “american way of life” não conseguiu destruir. A cidade está há apenas 90 milhas (cerca de 150km) de Cuba, mas aqui todo mundo ainda fala inglês! Não há néons, nem Hummers desfilando, e está longe de ser parecido com South Beach. O que você vai encontrar lá são ruas estreitas, pescadores, um monte de lojas com artigos sacanas e alguns malucos “bichos-grilos” zanzando e falando sozinhos pelas ruas, mas em “inglês” é claro!

A Duval Street é a rua mais turística de Key West, ali estão concentrados todas as pousadinhas, lojinhas, pubs e restaurantes de frutos do mar. Ela é considerada a rua principal mais longa do mundo porque vai de costa a costa – do oceano atlântico até o golfo do México. Na mesma rua fica o hotel onde nos hospedamos chamado Crowne Plaza La Concha. Não vá pensando… “mas eles são chiques” que não é bem assim não! Normalmente o hotel possui uma diária em torno de U$ 100-200, mas quando se viaja com a cunhada que trabalha para “a rede hoteleira”, a diária do quarto pode sair até pela bagatela de U$ 39 (o quarto quádruplo). Viu? Isso que é ter sorte, afinal não é todo mundo que consegue economizar e ainda ficar em hotel 3***.

Há uma quadra dali está outra rua histórica chamada Whitehead Street, onde ficam as famosas casas de Hemingway, Audubon e outras atrações. Há muito que fazer em Key West… Mergulhar, passear em um barco com fundo de vidro, comer uma imperdível Key Lime Pie, ir a algum Irish Pub, comprar uma camiseta sacana ou simplesmente deixar-se dominar pelo estilo “easygoing” desta ilhota. Não tivemos sorte com o tempo, por causa do frio e do vento nossos planos subaquáticos não se aplicaram aos caios. Ao invés de pegar uma praia e um sol de rachar, tivemos que ir correndo comprar casacos de inverno, pois realmente estava congelante. Mas como nem tudo que a gente planeja dá certo, trocamos a parte molhada por pontos turísticos, restaurantes e bares locais. Conhecemos lugares como: o famoso Southernmost Point (o marco que está apenas 90 milhas de cuba), Cheese Burger Restaurant (comidinhas), Irish Kevin’s Bar (bebidinhas), Mattheessen’s (docinhos), etc. Depois de muito comer e passear pela Duval Street, decidimos voltar para Miami e aproveitar o resto do tempo que tínhamos por lá, já que a previsão não estava promissora para os dias subseqüentes… Ao final das contas não passamos um dia e meio em Key West, uma pena, mas para conhecer a cidade foi o suficiente.


Duval Street – rua mais turística de Key West.


Sogrinha, Maridex e eu no centrinho.


Arquitetura típica de lá… dá um charme todo especial ao local.


Kaufamily no Cheese Burger Restaurant.


Consegue adivinhar todos os ingredientes… pineapple, avocado, what else?


Irish Kevin’s Bar – Pub irlandês muito divertido.


Outras coisas legais para fazer/ver por lá:

Key West Butterfly
1316 Duval Street
Enorme estufa com muitas borboletas soltas. Bom para crianças.

Ripley’s Believe It or Not
108 Duval Street
Museu com coisas bizarras. Acredite se quiser!

Hemingway Home & Museum
907 Whitehead Street
Casa onde o famoso escritor viveu por 8 anos. Tem tours guiados e gratuitos a cada 15 minutos. A maior atração são os quase 50 gatos, a maioria tem 6 dedos nas patas.

Hard Rock Café
313 Duval Street

5 comments 07/05/2008

Descobrindo os Keys: 1ª parte – A viagem até o extremo sul da Flórida.

Prometi a mim mesma que iria terminar de escrever sobre a viagem ás Américas antes de inventar outra. O problema é que ta difícil arranjar tempo, estou trabalhando muito e claro que o blog vai ficando ficando… Mas juro que lembro dele todos os dias e nessas de olhar, verificar e visitar outros blogs a gente já começa a sonhar com uma próxima viagem. Como tudo tem seu tempo e prometido é prometido, vou terminar de relatar USA e só depois irei contar qual é o próximo destino (se até lá eu decidir ele)!

Da 1ª vez (2000) que estive em Key West o tempo foi muito curto e não deu pra aproveitar direito o que a cidade tinha pra oferecer. Desta vez queríamos fazer diferente.  A intenção era, além de aproveitar Key West, curtir ao máximo o caminho dos Keys, e foi exatamente o que tentamos fazer: pegamos o carro, enchemos o tanque com gasolina da mais barata e fomos… indo e indo. Para sair de Miami de carro foi só pegar a Overseas Highway (sentido sul da rodovia federal norte-americana 1) e em menos de 25 minutos estávamos em Homestead Florida City, na verdade não dá pra saber quando você já deixou a cidade ou não, parecem todas grudadinhas. Em um piscar de olhos entramos no Everglades National Park e logo logo as placas começaram a indicar John Pennekamp Coral Reef State Park. Opa, sinal que estávamos passando por Key Largo. Daí por diante a paisagem começou a mudar, o estilo urbano foi ficando pra trás e a estrada parecia flutuar sobre a água azul turmalina do mar.


Abastecendo o carro em Miami…


A cor da água se confunde com a cor da areia.


Pausa para Momento Key Kodak!

O caminho de 181 km leva em torno de 4 horas para ser feito, mas vale a pena ir com calma, parando para ver a paisagem, as aves marinhas e para visitar as muitas surpresas, parques, museus e outras atrações espalhadas ao longo do caminho. A esquerda de quem vai, está o oceano Atlântico, e à direita, a baía da Flórida e o golfo do México. São 42 pontes ao todo… minha sogra bem que tentou contar uma por uma, mas no meio de tanta coisa pra ver, esquecia da pontes (rs). O dia estava lindo, tudo prometia que nossa viagem seria inesquecível. Apesar de ser inverno esta época do ano (dez/jan), todos os dias que havíamos passado em Miami tinham sido absurdamente quentes. E nada melhor que ficasse assim para aproveitar os Keys.

Mortos de fome, paramos em Islamorada e comemos em um local chamado Wahoo’S Bar & Grill. A comida simplesmente deliciosa, o restaurante possui vista para o mar e está em anexo à marina. Islamorada é considerada quartel-general dos pescadores americanos e os barcos fazem parte do cenário, é impossível não notá-los. Como já estava ficando tarde, resolvemos parar para dormir em Marathon e nos hospedamos no Pelican Motel (U$ 110,00 o quarto quádruplo). O mais curioso é que a maioria dos motéis possui estacionamento para trailers nos fundos, e geralmente essa época do ano todos os Trailers Parks estão lotados.


Islamorada


Marina anexa ao restaurante.


Em todo local se encontra Jets para locar.


Todo mundo aproveita.


Restaurante Wahoo’S em Islamorada.


Salada de espinafre com camarão e nozes, yummi!


Catch of the day…


Sogrinha e Cunha entre os milhares de barcos…


Pelican Motel, ao entardecer em Marathon.

Acordamos no outro dia e para nossa surpresa o clima tinha virado e o que era ensolarado e quente, ficou frio, nublado e ventoso. O tempo mudou de uma forma que ficamos todos decepcionados e temendo um furacão já que os Keys têm seus momentos infernais também. A temperatura estava aproximadamente 10°C e o vento muito, mas muito forte. Mas isso não impediu de seguirmos em frente. Só faltava metade do caminho e esta parte tende a passar mais rápido ainda, pois parece que a faixa de terra vai estreitando a medida que você desce os caios. Entre um pedacinho de terra e outros estão às famosas pontes da Overseas Highway e uma delas merece destaque: A Seven Miles Bridge (cerca de 11 km de ponte), obra impressionante da engenharia.


É ponte que não acaba mais… cerca de 11 km sobre a água!


A viagem seguiu por Bahia Honda, Big Pine e pelas Lower Keys, também chamadas de “as Keys naturais”, conhecidas pela fauna, flora e pelo recife de Looe Key, considerado um dos melhores lugares do mundo para mergulhar. Outra opção é o parque estadual de Bahia Honda, com lugar para camping, piqueniques e esportes aquáticos. Deixamos o mergulho para ser feito no retorno, já que nem o tempo nem o mar estavam convidativos a ele. Por fim, chegamos a Key West felizes, ansiosos e gelados. E qual foi a 1ª coisa que fizemos lá? … Shopping (rs) … Mas dessa vez TEVE um motivo especial: o FRIO. Ninguém estava preparado, e nessas alturas da viagem é melhor aproveitar uma Key West com conforto do que gelados e mal humorados.


Bahia Honda Channel

Charmoso e simpático Pelicano.

6 comments 26/04/2008

… bem depois da virada do ano: O Reveillon… em Miami!

Depois de um tempão e de sofrer pressão por parte da minha cunhada, a qual estive visitando no final começo de ano, vou colocar algumas fotinhas (família) do nosso super reveillon em Miami e contar um pouquinho da comemoração americana.

Esta foi a segunda vez que passei uma virada de ano nos Estados Unidos e confesso que a sensação/emoção que bate todo final começo de ano é a mesma em qualquer lugar que você esteja. O que muda é a forma como cada um comemora esta data. Nós, brasileiros, temos um monte de manias, crenças e rituais para entrar em um novo ano. Cada região com o seu costume, mas de um modo geral o Brasil comemora uma virada de ano bem alegre, descontraída e regada a muito champagne.

Nas Américas, 31 de dezembro é com um outro dia qualquer, as pessoas não parecem se importar com esta data e quando chega a noite aquela sensação bye bye ano velho parece não existir. Quando se está acostumado ao modo brasileiro, a gente estranha essa falta de empolgação americana. A noite parece mais com uma festa normal do que com uma virada. As pessoas se vestem formais, vestidos sociais e em sua maioria na cor preta. Não existem tradições como comer lentilha, 7 uvas, pular ondinhas, usar branco, banho de champagne, etc. Na verdade nós éramos as únicas pessoas a estar usando alguma peça branca no local naquela ocasião.

Para não deixar minha cunhada chupando o dedo sozinha, reservamos uma mesa no “Intercontinental Hotel” em Miami, onde ela passaria suas últimas horas do ano ralando trabalhando. Foi bem legal, acho que conseguimos animar bastante o ano novo dela e o nosso também. Mesmo com todos os detalhes culturais diferentes a chegada de 2008 foi bem próspera. Comemos muito bem, bebemos “muito” e bem, nos divertimos de montão e os prometidos fogos de artifícios aconteceram conforme manda o figurino e na hora certa, oba! Sem ondinhas e banho de champagne desta vez. Conhecemos pessoas diferentes e fomos maravilhosamente bem servidos por uma bargirl super simpática que com carisma conquista qualquer cliente… E isso claro, rendeu-lhe boas caixinhas logo no 1º de janeiro. Quer melhor provisão para um começo de ano? Divertimento, viajem e $_$ ?

Vivam as Américas!
Eu e o Bibo antes da virada.
Eu e o Maridex no Hotel em Miami.
Galera se divertindo no bar do hotel.
Galera Having Fun. Detalhe da foto: quase ninguém de branco…
Amigos que fizemos...
Amigos que fizemos.
Famìia Kauf unida.
Kaufamily reunida!
 Tadinha da Rô, trabalhar no revillon não é fácil, mas pense pelo lado bom... $$$
Rô ralando no fim de ano… ainda bem que estávamos lá para dar uma animada ein?! Mas veja pelo lado bom… rendeu um bom troco!!

8 comments 13/04/2008

Miami Gourmet

No embalo culinário do post anterior, vou aproveitar e colocar aqui algumas dicas de lugares que conheci em Miami e que são bem legais. Nada luxuoso, mas a comida é boa. Vale a pena conferir se estiver passando por perto.

Doral Ale House – 3271 Northwest 87th Ave
Classificação: Pub/Bar
Tipo de Cozinha: Americana
Preço médio: US$10 – US$20
Típico esporte bar americano. Tem várias marcas de cervejas, drinks, comida deliciosa, e muitas televisões passando diversos tipos de esportes ao mesmo tempo. O preço da comida é surpreendentemente barato e a cerveja então, supera as expectativas. Evite dias de campeonato, a casa lota e a fila de espera é grande. Não deixe de provar as “Chicken Wings”, bem famoso por lá.

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Nexxt Cafe – 700 Lincoln Rd.
Classificação: Bistrô/Café
Tipo de Cozinha: Americana/Internacional
Preço médio: US$20 -US$30
Como já falei no post anterior, a comida é deliciosa e o restaurante está localizado no coração de South Beach, lugar perfeito para ver movimentação de pessoas. As maiorias das mesas ficam ao ar livre e o cardápio é bem extenso e diversificado. Os pratos são muito bem servidos e o preço razoável. Não deixe de experimentar uma das enormes saladas, muito boa.

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Red Lobster – 1695 Northwest 87th Avenue
Classificação: Restaurante/Frutos do Mar
Tipo de Cozinha: Americana
Preço médio: US$20 -US$30
Se você gosta de frutos do mar este é o lugar para ir. Tem uma grande variedade de entradas e pratos de dar água na boca. A refeição principal é bem servida e a opção que leva lagosta em geral deliciosa. O preço ainda é acessível, mas claro, os pratos com lagosta custam um pouco mais. A casa tem bem estilo americano, que mais parece um fast food. Deixe um lugar para a sobremesa, eu não consegui provar, mas parecem deliciosas.

Add comment 22/03/2008

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